terça-feira, 5 de julho de 2011

Continhas

terça-feira, 28 de junho de 2011

Escrevendo

A história

Era uma vez um grupo de meninas que levantavam todas as terças feiras e iam estudar no Núcleo de Tecnologia Educacional. Meninas bonitas e aplicadas.
Na aula elas aprendiam muitas coisas. Algumas novas e outras velhas. Havia uma grande torca de conhecimentos.
Chovesse ou fizesse sol, esfriasse ou fizesse calor, elas estavam lá. Na luta.
As professoras ficavam muito contente com a motivação das alunas e isso as impulsionavam a trabalhar com prazer.

TEXTO ELABORADO NOVAS TECNOLOGIAS


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Recado

Que bom fazer parte deste grupo! Estou feliz com as aulas.Beijos profe joanirse

terça-feira, 14 de junho de 2011

Avaliar na Cibercultura



"Estamos em 2069, num ambiente de estudo e pesquisa, antigamente chamado de "sala de aula". Os aprendizes têm entre doze e dezesseis anos e conversam com o dinamizador da inteligência coletiva do grupo, uma figura que em outras décadas já foi conhecida como "professor". Eles estão levantando e confrontando dados sobre os Centros de Cultura e Saberes Humanos (ou, como diziam antes, as "escolas") ao longo dos tempos. Admirados, não conseguem conceber como funcionava, no século passado, um ensino que reunia os jovens não em função dos seus interesses ou temas de pesquisa, mas simplesmente por idades. O orientador de estudos lhes fala da avaliação: ela classificava os alunos por números ou notas segundo seu desempenho, e em função disso eles eram ou não "aprovados" para o nível seguinte. Os aprendizes ficam cada vez mais surpresos. Como determinar "níveis de ensino"? Como catalogar "fases de conhecimento"? O que seriam "etapas" escolares? Em que nó da rede curricular eles se baseavam para fundamentar isso? A surpresa maior se dá quando descobrem que essas avaliações ou "provas" eram aplicadas a todos os estudantes do grupo. A MESMA PROVA? - espantam-se todos. Não conseguem conceber uma situação em que todos tivessem que saber exatamente os mesmos conteúdos, definidos por outra pessoa, no mesmo dia e hora marcados. "Eles não ficavam angustiados?" - comenta um aprendiz com outro. Os jovens tentam se imaginar naquela época: recebendo um conjunto de questões a resolver, de memória e sem consulta, isolados das equipes de trabalho, sem partilha nem construção coletiva. Os problemas em geral não eram da vida prática, e sim coisas que eles só iriam utilizar em determinadas profissões, anos mais tarde. Imaginando a cena, os aprendizes começam a sentir uma espécie de angústia, tensão, até mesmo medo do fracasso, pânico de ficar na mesma "série", de ser excluído da escola... "Assim, eu não ia querer estudar", diz um deles, expressando o que todos já experimentam. Mas em seguida, envolvido pelos outros temas da pesquisa, o grupo inicia uma nova discussão ainda mais interessante, e todos afastam definitivamente da cabeça aquele estranho pensamento."


Fonte:
http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&sqi=2&ved=0CB4QFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.idprojetoseducacionais.com.br%2Fdoc%2Favaliar_na_cibercultura.pdf&rct=j&q=avaliar%20na%20cibercultura&ei=B2P3TdLfBYfagQeIy8n3Cw&usg=AFQjCNFwe0zcO122m1_pqfjBLpuM0Ig1ig&sig2=kx9bINYGbeTmvNHOnDBnRw&cad=rja

Apaixone-se

TURMA TERÇA-FEIRA

   QUE BOIM FAZER PARTE DESTE GRUPO!